cidades
Reler as cidades nos seus quotidianos
«Como eram as cidades e as serras há pouco mais de um século? Como se vive hoje na cidade e porque se ambiciona um regresso às origens? Como nos vemos a nós próprios no quotidiano que vamos fabricando, quase como Penélope, fazendo e desfazendo, na espera da felicidade?» pergunta a historiadora Maria Helena Carvalho dos Santos na introdução do seu mais recente trabalho, Arte, História e Quotidianos na Cidade, com edição da Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII (SPES).
A partir daqui, e ao longo de quase 300 páginas, viajamos pelas artes e ciências para chegarmos a esse universo tão complexo que é o quotidiano nas cidades.
«Como eram as cidades e as serras há pouco mais de um século? Como se vive hoje na cidade e porque se ambiciona um regresso às origens? Como nos vemos a nós próprios no quotidiano que vamos fabricando, quase como Penélope, fazendo e desfazendo, na espera da felicidade?» pergunta a historiadora Maria Helena Carvalho dos Santos na introdução do seu mais recente trabalho, Arte, História e Quotidianos na Cidade, com edição da Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII (SPES).
A partir daqui, e ao longo de quase 300 páginas, viajamos pelas artes e ciências para chegarmos a esse universo tão complexo que é o quotidiano nas cidades.
No comment
» Enviar um comentário