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Opinião Pública e Decisão Política

quarta-feira, junho 16, 2004
Novo mestrado do departamento de Sociologia: Opinião Pública e Decisão Política

Objectivos
Fornecer aos profissionais de várias áreas (instituições políticas, administração pública central e local, organizações sociopolíticas, ONGs, meios de comunicação social e empresas de estudos de mercado) instrumentos conceptuais e metodológicos capazes de os ajudar a melhorar as respectivas integração e performances profissionais, nomeadamente nos processos de decisão, bem como nos processos de comunicação dos decisores com os cidadãos e os dirigentes das instituições públicas e privadas.
Fornecer instrumentos conceptuais e metodológicos a todos os que pretendem estruturar um projecto de investigação nas seguintes áreas: relações das instituições públicas com os cidadãos e a comunicação social; cultura política e cidadania; comunicação política; organizações sociopolíticas, associativismo e processos de concertação e deliberação democrática; campanhas eleitorais e comportamentos políticos; comunicação e marketing político.

Contactos
Departamento de Sociologia
ISCTE - Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
Ala Autónoma, 3º piso, sala 336
Avenida das Forças Armadas - 1649-026 Lisboa
Telefones: 21 790 30 16; 21 790 39 36 - Fax: 21 790 30 17
Email: secretariado.depsociologia@iscte.pt
info: http://www.iscte.pt/ensino.php?tipo=m_opdp

Nova Europa

Ciclo de Seminários dedicado à Nova Europa
Europa de Leste... Europa Central... Europa


ISCSP - Abril - Julho de 2004

Quarta-feira, 16 de Junho de 2004, pelas 18h15m

Bogdan Benko, Embaixador da Eslovénia

Auditório 6, piso -1

Mestrado em Relações Internacionais

ciganos I

quinta-feira, junho 10, 2004
«Uma vez era uns ciganos que estavam a roda de uma fogueira bebendo. Só homens! Beberam, beberam, beberam, até que ficaram mareados. Um cigano mareado por um lado é bom, que fica muito alegre, mas por outro, às vezes, é mau, que lhe sobe o sangue logo à cabeça. Foi o que aconteceu nessa noite, começaram a discutir uns com os outros, já a brigarem. Um deles que estava com os nervos na cabeça jurou pela alma do seu pai que matava um. Lá os separaram, o tal que fez a jura foi pra casa e acalmou-se.
À noite do dia a seguir, o irmão do tal cigano, chegou-se ao pé dele e disse que ele tinha que cumprir a jura que tinha feito pela alma do pai. O cigano estava um bocado contrariado porque era amigo do outro. Mas a jura estava feita tinha que ser cumprida, senão a alma do pai ia ficar a penar pró resto da vida.
Ele estava a atrasar um bocado a matá-lo. Custava-lhe! Enquanto ele andava neste mata-não-mata, o irmão foi à pergunta desse tal cigano. Encontrou-o! Encontrou-o à noite a dormir escondido num celeiro. Puxou da faca, matou-o.
A jura não podia ser deixada em baldes. Por isso é que há mortes e grandes lutas entre ciganos. Quando um cigano jura tem que cumprir, atão pelos mortos não há nada mais sagrado.»

Esta história retrata bem a cultura cigana. Embora possa ser uma história violenta, através da visão da cultura dominante, evidencia os valores da cultura cigana. Através desta pequena história percebe-se a diferença cultural existente entre a cultura cigana e a cultura dominante.
Falar de ciganos sem falar de racismo, xenofobia, discriminação é uma tarefa árdua pois estas são as conotações normalmente associadas à etnia cigana. Raramente se fala da cultura cigana: da música cigana, da dança cigana, da tradição cigana. Fala-se igualmente de integração mas por via da aculturação que visa o desaparecimento da cultura cigana.

Sociologia da Emoção

terça-feira, junho 01, 2004
RBSE